
7 de setembro
setembro 7, 2009Ouviram do mirante os tiros secos
Das guerras de menores estudantes
E o sol que nas calçadas queima couros
Esquenta o chão que pisa o ambulante
Há fome, desigualdade.
Não me nutre a pátria que quer braço forte.
Seios secos, prisões e mortes
Deixam soltos o futuro a própria sorte.
A pátria amada ainda é grata pela morte.
Senado eternamente em berço esplêndido
Enquanto o pobre cava até o fundo
E brilha a Amazônia para a América
Desmatando o “pulmão do mundo”
A mãe dos filhos desde solo sumiu
Independência, Brasil!
Genial, cara!
Genial mesmo. Acho que eu acabei gostando mais ainda por eu ser obrigado a marchar e bater continência pra corrupto safado. ._.
Nossa que forte…
mas é a realidade
Adorei!
Excelente Claudinho!
Beijos
Ai, rs … amo a sua criatividade!
Achei excelente!
Parabens Claudinho! Excelente poesia!
Caraca,
Sem palavras para vc amigooo
Irmão, o mundo precisa de mais pessoas como vc. Inconformadas!!!
Amei o que escreveu!! Amo o que vc escreve!!!
Primeira vez que passei aki, vou passar sempre agora!!
Te amo bjs
Perfeito.Vou falar mais o que?
rs